Jerusalem e sua história
CIDADES HISTÓRICAS – Uma cidade histórica na região do Oriente Médio que a transliteração do hebraico é, Yesrushalaim, correspondendo à sede do governo do Estado de Israel.
Respeitado por judeus, cristãos e islamitas. Jerusalém esta localizada no Planalto da Judéia, entre o Mediterrâneo o mar Morto. Entre os anos de 1948 até 1967 ficou dividida em duas partes: O Setor Israelense ‘chamada de Cidade Nova’ e o setor da Jordânia ‘a Cidade Velha’. Foi durante a guerra de 1967, que Israel passou a ocupar o lado jordaniano, e até o presente tem mantido o poder de decisões, mesmo que essa jurisdição não tenha sido aceita pela Jordânia e nem pela ONU.
A Cidade Velha se distingue por apresentar ruas tortuosas, estreitas e alcantiladas, podendo ainda ser considerados outras características que é a sua divisão em quatro setores: mulçumano ‘a nordeste’, o armênio ‘a sudoeste’, o cristão ‘a noroeste’ e o judeu ‘a sudeste’. O domínio de Jerusalém é o Domo do Rochedo (Qubbat al-Sakhra), “que inexatamente é chamada também de Omar”, esse templo foi concluído em 691 sob regência do califa Abd El-Malik, que o erigiu estrategicamente no mesmo lugar onde esteve o Templo de Salomão. O santuário se localiza em uma região que fica cercada de muralhas, o Haram ash-Sharif, que é do mesmo modo sagrado para os mulçumanos, na mesma região ainda se encontra a mesquita de Aksa (c. 710). O lado de baixo da muralha do Haram fica o Muro das Lamentações, um rastro do antigo Templo hebreu. Apontando outros locais de peregrinações, podemos encontrar a Igreja do Santo Sepulcro (Mateus 27:61), a Igreja armênia de São Tiago o Grande, e a Via Dolorosa, o Caminho seguido por Yeshua até o Gólgota (Mateus 27:33).
Diferentemente da Cidade Velha, a cidade Nova é coeva, formada por prédios públicos, parque industrial e avenidas. O campus da Universidade Hebraica merece destaque; também a sinagoga formada de vitrais de Chagall junto ao centro médico universitário; o Museu de Israel com o Santuário do Livro, onde estão preservados os Manuscritos do Mar Morto; valendo dizer ainda, do Yad Vashem (sinagoga, biblioteca e arquivos dedicados à memória dos judeus sacrificados pelos nazistas). É bom lembrar também do Monte Sião e suas relíquias: O túmulo do rei David e o Coenaculum, igreja construída pelos cruzados no mesmo local em que foi celebrada a última Ceia do Messias Yeshua.
História Antes da nossa Era Comum:
Quando foi tomada por David, (1000 a.C), Jerusalém já era um grande centro da religião do povo hebreu, podendo ter, com isso, desencadeado suas ocupações, saques por monarcas enciumados e com isso reconstruída algumas vezes. Para os judeus ela é a Santa Cidade, já que a mesma abrigou a Arca da Aliança (II Samuel 15:27) e por ter sido a Sede do Templo do Senhor “que foi destruído em 70 da nossa era”, já para os cristãos ela é Sagrada porque ali aconteceu a Paixão de Cristo (Lucas 23), e para os mulçumanos retrata o lugar que Maomé subiu aos céus (Corão 17:1). Yesrushalaim tem sobrevivido geração pós geração como um lugar de peregrinações. Os árabes ocupara a cidade entre 1244 até 1919, de forma ininterrupta. Quando terminou a guerra da Palestina, que ocorreu entre os judeus e árabes, no ano de 1948, foi novamente formado o Estado de Israel que passou a ser dividido com a Jordânia. Já no ano de 1967, assim que findou a guerra dos Seis Dias, Jerusalém foi unificada, passando ao domínio total do povo israelense.
Pastor, Agnaldo Santana
Fonte de apoio: enciclopédia Barsa (L. 9:456b)
Sistema MEV de Evangelismo Mundial
Dia, 03 de janeiro de 2017.
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